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Prevenção de quedas: dia internacional da segurança do paciente

17 de setembro é o dia internacional da segurança do paciente. A portaria 529 do Ministério da Saúde, RDC 36 Anvisa e Vertical 6 Joint Commission instituem que PREVENÇÃO DE QUEDAS está entre as 6 ações que todas instituições devem desenvolver para aumentar a segurança do paciente.

Os números não admitem mais “vistas grossas”: 1 entre 3 cai todos os anos e 1 entre 20, fratura o quadril; destes hospitalizados por fratura, 20% morrem no primeiro ano após a fratura [1]. A cada ano, nos Estados Unidos, cerca de US $ 50 bilhões são gastos em lesões não fatais por queda e US $ 754 milhões são gastos em quedas fatais, segundo o ​Centers for Disease Control and Prevention,​ CDC [4] entre internações, cirurgias e mortes; aqui no Brasil o custo estimado ultrapassa os 68 bilhões por ano, custo atualmente acelerado pelas novas demandas da Pandemia Coronavírus e o impacto de toda a população mundial submetida ao isolamento social, descompensação de doenças pré-existentes não supervisionadas, quadros emocionais associados à insegurança e, especialmente, pela fragilização clínica ligada ao extenso período de hospitalização entre os milhares de internados pelo mundo, por Covid19.

Segundo o ​National Reporting and Learning System (NRLS) do Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido, 77% das 250 mil quedas registradas em hospitais entre 2015/2016 com custo de £630 milhões ocorreram entre pessoas com mais de 65 anos, 25% do custo total de quedas entre idosos calculado em £2,3 bilhões. Prevenir quedas é também um dos pontos focais da prevenção de lesões na Suíça, pois sua taxa de incidência de lesões relacionadas à queda e mortes é de 3.500 por 100.000 e 20 por 100.000 respectivamente. Na Holanda, o número de idosos cresceu 155% nos últimos 20 anos. Além dos holandeses viverem mais, eles estão vivendo em sua maior parte, sozinhos, o que expõe ainda mais ao risco. Num estudo holandês sistêmico publicado em 2017 os achados mostraram que a detecção regular de idosos com risco de queda é rara, falta encaminhamento para programas de prevenção e acompanhamento estrutural quase nunca é oferecido.

O National Institute for Health and Care Excellence (NICE) não recomendou usar nenhuma ferramenta clínica baseada em características clínicas subjetivas para prevenir quedas em hospitais por não encontrar eficiência financeira nos protocolos qualitativos realizados [5] pois reconheceu que estas carecem de sensibilidade, especificidade ou ambas, e apontou 5 fatores chaves para o sucesso: apoio em nível de diretoria, envolvimento da equipe da linha de frente, educação e treinamento e mudança de cultura. Além disso recomendou a adição de novas tecnologias para medir a marcha e equilíbrio e a inclusão de fatores de fragilidade para melhorar as avaliações baseadas em fatores de risco clínicos [6].

Para países continentais como o Brasil com a população até 12 vezes maior que os países europeus citados acima, menos acesso à cultura da prevenção, menor estrutura econômica e de fomento à inovação e mercado mais competitivo; o impacto do problema pode ser desastroso, já que os idosos tendem a serem deixados de lado. Neste aspecto, a tecnologia assertiva, indiscutivelmente é uma aliada. Neste cenário e aqui do Brasil, a TechBalance, empresa focada na prevenção de quedas por predição, triagem e coordenação da prevenção, nasceu inquieta; acreditando que não existe solução fácil para problema complexo, que as pessoas podem mudar as coisas se munidas das ferramentas certas e que a tecnologia pode viabilizar a escala dos protocolos. Para conhecer mais sobre a tecnologia exclusiva da TechBalance de medida objetiva de risco e equilíbrio que promove programas terapêuticos individualizados e automáticos, entre em contato conosco. www.techbalance.com.br [email protected]

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Tech Balance fevereiro 8, 2021 0 Comments

TechBalance: Uma História de Empreendedorismo Feminino

“O melhor do empreendedorismo é a jornada. Não existe limite quando se sabe onde se quer chegar e se experimenta cada passo como evolução”.

É com essa frase no dia do empreendedorismo feminino que te apresentamos a história da nossa CEO.

A Fabiana se formou em Fisioterapia há 15 anos. Veio de escolas públicas do interior de São Paulo e sempre se inspirou na dedicação e resiliência da mãe que concluiu o ensino superior aos 55 anos de idade, e no empreendedorismo do pai e de toda família que sempre tiveram pequenos negócios e nenhum receio de se dedicar para prosperar.

Com a experiência nos atendimentos de idosos e influência do marido diretor de tecnologia, ela aplicou suas melhores habilidades como a resiliência, auto-motivação e aperfeiçoamento constante para solucionar a dor da perda de pacientes por causa de quedas, buscando mudar o futuro das pessoas através da promoção de saúde por tecnologia.

Foi através da alta capacidade de aprendizado e adaptação, enfrentando o desafio de ser mulher, mãe e empresária no universo de tecnologia e negócios, majoritariamente masculino, que ela transformou um sonho em uma empresa de inovação tecnológica para prevenção de quedas e lesões, composta por homens, mulheres, amigos e visionários que abraçaram o desafio de desenvolver negócios de tecnologia para promoção de saúde, equidade e impacto social.

Essa é a TechBalance e nós te convidamos à fazer parte dessa história de valor.

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Tech Balance fevereiro 8, 2021 0 Comments

Comportamento Sedentário e as Novas Recomendações da OMS

Quanto tempo do seu dia você passa sentado? Quantas horas do seu dia você passa na frente do computador, seja por trabalho, estudos ou lazer? Essas respostas compõem a parcela do seu dia com atividades de baixa demanda energética e fazem parte do comportamento sedentário. Esse tipo de comportamento contribui para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e cânceres.

Em 2019, dados divulgados pelo IBGE obtidos através da Pesquisa Nacional de Saúde, mostraram que 52% da população com 18 anos ou mais tinha pelo menos uma doença crônica, sendo as mais prevalentes a hipertensão arterial, problemas na coluna, depressão e diabetes.

No entanto, evidências científicas mostram que a prática regular de atividade física é fortemente recomendada para prevenir e controlar doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e câncer, bem como para reduzir os sintomas de depressão e ansiedade, reduzir o declínio cognitivo, melhorar a memória e exercitar a saúde do cérebro.

Por isso, recentemente a Organização Mundial de Saúde atualizou as recomendações de prática de atividade física para todas as faixas etárias, e pensando em benefícios para o público adulto com foco na saúde, agora se torna necessário de 150 a 300 minutos de atividades com intensidade moderada ou então, 75 a 150 minutos de atividades vigorosas, ou ainda uma combinação equivalente de intensidade moderada e vigorosa ao longo da semana.

Pela primeira vez, essas recomendações são fornecidas sobre as associações entre o comportamento sedentário e resultados na saúde, e por exemplo no caso de pessoas mais debilitadas por doenças crônicas, consultar um profissional é uma opção interessante para ajustar a melhor opção de prática.

Vale lembrar que atividade física é todo o movimento que você realiza no dia-a-dia, desde atividades de trabalho que exigem do físico, como atividades de limpeza e organização da casa até a prática de exercícios físicos na academia, que se utilizadas como um recurso de saúde podem se tornar um fator de proteção e garantia de uma longevidade mais ativa e saudável. Todo movimento conta!

Para saber mais:

https://www.who.int/news/item/25-11-2020-every-move-counts-towards-better-health-says-who

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Tech Balance dezembro 9, 2020 0 Comments

Prevenção, Tecnologia e Autonomia em Saúde

A Prevenção é uma das opções de abordagem utilizadas por profissionais da saúde para evitar a incidência e a prevalência de doenças. Um exemplo atual dessas medidas é o uso obrigatório de máscaras e campanhas de conscientização sobre a importância da higienização adequada das mãos para prevenção de contágio pela Covid-19, assim como a corrida para produção de uma vacina efetiva.

A grande premissa e ao mesmo tempo grande desafio desta abordagem é a necessidade de uma intervenção que considere a saúde, a função, a expectativa de vida e os objetivos dos cuidados de forma individual, moldados pelo contexto social, reduzindo a subjetividade das informações. Essa dificuldade de quantificação impede a Saúde Preventiva de alcançar melhores resultados e dificulta estimar como ações individuais impactam na transformação de dados populacionais e na implementação de uma saúde mais igualitária.

Aproveitando essa lacuna de integração da informação, à medida que a tecnologia vem se tornando cada vez mais ajustada à vida diária, softwares e aplicativos de celular ou wearables vem suprindo essa necessidade de quantificação individual de dados em saúde, promovendo dados de saúde gerados pelo paciente, com potencial para se tornarem incentivo para a mudança individual de comportamento e contribuindo para a alfabetização em saúde populacional.

Na prática, esses recursos podem render mais autonomia no cuidado da saúde, onde por exemplo os adeptos a tecnologia já aproveitam de aplicativos de corrida, para monitoramento glicêmico, monitoramento de sinais vitais, entre muitos outros. Neste contexto, as avaliações da TechBalance permitem compreender o comportamento do equilíbrio, risco de queda e lesões, oferecendo relatório educativo personalizado e relatório clínico com proposta de plano de tratamento para suporte à decisão e acompanhamento da evolução do risco a cada nova avaliação, o que oferece a liberdade de uma escolha do exercício físico com segurança e a possibilidade de alteração dos fatores que podem contribuir para desequilíbrios e lesões. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato pelo e-mail: [email protected]

Referências:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6452935/#ref43
https://www.geriatric.theclinics.com/action/showPdf?pii=S0749-0690%2817%2930093-9
https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1403494817743899?url_ver=Z39.88-2003&rfr_id=ori:rid:crossref.org&rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed

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Tech Balance novembro 30, 2020 0 Comments

Saúde em Movimento

A atividade física reduz 20% do risco em mais de 25 condições crônicas de saúde e acrescenta anos de vida, prevenindo mortalidade prematura. Apesar de conhecermos essa realidade, no Brasil, 1 indivíduo entre cada 4 é sedentário, 41,2 milhões de brasileiros com mais 18 anos são obesos e pelo menos 3 entre cada 100 mortes são influenciadas pelo sedentarismo (OMS). Para piorar o contra senso da longevidade saudável, entre indivíduos ativos, conforme os anos se passam, as pessoas reduzem o tempo dedicado aos exercícios (Vigitel, 2019). Do total de gastos com internações por doenças crônicas não transmissíveis, R$141.872.521,76 são atribuídos ao sedentarismo (Bielemann, 2015).

Tão relevante quanto os números do sedentarismo são os números da redução da prevalência da inatividade física: 10% menos sedentarismo pode promover economia equivalente à 1,3% dos custos totais do SUS com internações para as mesmas causas crônicas (Bielemann, 2015). Mas como engajar a população para uma mudança real, para a vida ativa e modelo sustentável de saúde?

Se pensarmos no modelo preventivo que já funciona: na prevenção do câncer e de doenças cardiovasculares através de programas bem estruturados de check ups periódicos e cuidado em atenção primária e secundária, removendo causas e fatores de risco em estágio inicial ou subclínico, orientando metas de prevenção e monitoramento de sucesso; podemos imaginar o mesmo modelo custo-efetivo de rastreio populacional de risco para lesões e fragilidade, impulsionando a transformação da saúde por estímulo à atividade física, prevenindo lesões e comorbidades relacionadas ao sedentarismo.

A tecnologia TechBalance, tem como objetivo traduzir o desempenho medido a partir do equilíbrio postural e histórico clínico, em informações valiosas para a tomada de decisão e apoio da reabilitação, ampliando o acesso à gestão do risco de lesões, quedas e fraturas. Nossa missão é compor a triagem de risco, planejamento e monitoramento da longevidade saudável usando tecnologia e inteligência artificial para prevenção e transformação do envelhecimento em uma forma de vida ativa e participativa, acompanhando a população com métricas objetivas e norteadoras da prevenção ao tratamento, desde a vida jovem até a idade avançada.

Referências:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5573782/
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26995692/
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26487291/

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Tech Balance novembro 12, 2020 0 Comments

O balanço natural do Equilíbrio Postural

A cada nova postura adotada, respostas neuromusculares do nosso corpo são necessárias para ajustar e mesmo manter o equilíbrio postural. Estar fisicamente equilibrado envolve a coordenação de estratégias de movimento que tem o objetivo de estabilizar nosso centro de massa corporal dentro de uma base de suporte relativamente pequena, a distância dos nossos pés afastados na largura dos ombros. Isso precisa acontecer tanto durante alterações na estabilidade vindas de movimentos iniciados pelo próprio corpo, como alcançar um objeto, como também para superar a necessidade de não cair nas adversidades oferecidas pelo meio externo, como caminhar por calçadas irregulares.

Mesmo na postura ereta parada, para lidar com a ação da gravidade de maneira eficiente, o corpo sofre pequenas oscilações decorrentes das respostas neuromusculares constantes para a manutenção da postura, o que em um adulto saudável é quase imperceptível. Esse balanço natural é a condição de equilíbrio, mas é aceitável dizer que estamos em constante desequilíbrio numa busca incessante pela estabilidade postural.

Geralmente, avaliamos o comportamento dessas oscilações durante a postura ereta quieta pelo Centro de Pressão Corporal, ou COP, que é o ponto de aplicação da resultante das forças verticais agindo sobre a superfície de suporte. Isso pode ser realizado de forma tanto qualitativa, pela observação, ou ainda de forma quantitativa, com o auxílio de instrumentos de medição, como a plataforma de força; o que torna o processo complexo e mais caro.

A TechBalance desenvolveu uma maneira alternativa de análise do equilíbrio, baseada no histórico clínico e dados da oscilação do corpo para viabilizar o acesso e a escala dessas análises e seus benefícios, como prevenir quedas e favorecer a assertividade em condutas clínicas para reabilitação de idosos, prevenção de lesões e medidas de rendimento e evolução entre pacientes, esportistas e atletas. Fale conosco e marque uma degustação de produto:  [email protected]

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Tech Balance outubro 14, 2020 0 Comments

Mobile Health: A tecnologia a serviço da Longevidade Ativa

Você sabe o que é mHealth?

Em todo o mundo, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais está crescendo mais rapidamente que qualquer outra faixa etária e alcançará aproximadamente 1,2 bilhões em 2025. A Organização Mundial da Saúde adotou o termo “envelhecimento ativo” para ressaltar que envelhecer pode ser uma experiência positiva com oportunidades contínuas de saúde, participação no meio social e segurança.

Manter a autonomia e independência durante essa fase é uma meta fundamental e nesse sentido, tecnologias inovadoras de informação e comunicação, como mobile health – mHealth, podem desempenhar um papel significativo.

Changizi e Kaveh, 2017 apontam a eficácia da mHealth para melhorar os comportamentos de saúde, controlar condições já existentes e até mesmo mudar estilos de vida e reduzir os riscos de situações crônicas em idosos. Porém, a cognição, motivação, capacidade física e percepção ainda são barreiras que influenciam a aderência desses aplicativos.

Ainda assim, segundo Grand View Research, o mercado de aplicativos mHealth será avaliado em quase US$18 bilhões em 2025. Esta previsão aponta para o fortalecimento do uso de smartphones para saúde e o surgimento de novos desafios neste domínio.

Para Paiva et.al, 2020 os aplicativos de telemedicina, registros de informações de saúde do cliente, suporte à decisão de diagnóstico e tratamento e gerenciamento de medicamentos destacam-se devido a mudança na forma da coleta e armazenamento dos dados de saúde.

Apesar de ser uma área ainda em desenvolvimento, uma combinação que garanta qualidade, privacidade de dados e segurança, Data Mining e Machine Learning e configurações especializadas para o público idoso são a chave para a mudança no estilo de como cuidar da saúde, viver melhor e ter uma longevidade ativa.

A TechBalance, alinhada com a mais atuais vertentes de desenvolvimento em tecnologia, traz para vida cotidiana das pessoas, análise preditiva e proposta automática de tratamento para prevenção usando software e aprendizagem de dados. Conheça mais pelo e-mail: [email protected]

Referências:

Envelhecimento Ativo: Uma Política de Saúde; OMS, 2005;

Paiva. O. V. J. Mobile applications for elderly healthcare: A systematic mapping. 2020 Jul 30;15(7):e0236091. doi: 10.1371/journal.pone.0236091. eCollection 2020. 

Changizi M e Kaveh M. H. Effectiveness of the mHealth technology in improvement of healthy behaviors in an elderly population – a systematic review. 2017 Nov 27;3:51. doi: 10.21037/mhealth.2017.08.06. eCollection 2017.

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Tech Balance setembro 25, 2020 0 Comments

Estabilometria Postural por Unidade de Medida Inercial (IMU) @ Simpósio de Processamento de Sinais – UNICAMP

Introdução: A postura ereta é inerentemente instável e necessita de ações corretivas frequentes baseadas na orientação espacial e sensibilidade sensório-motora através do deslocamento do Centro de Massa (COM) e do Centro de Pressão Corporal (COP. Uma das dificuldades encontradas no atendimentos clínicos rotineiros é a falta de equipamentos portáteis e de baixo custo para avaliação e treinamento objetivo da estabilidade postural, motivo do interesse das pesquisas científicas com sensores inerciais. Nosso objetivo neste estudo piloto foi reproduzir uma análise estabilométrica a partir dos dados processados em UMI, captados de um celular Android, para analisar a aplicabilidade prática do sinal gerado no ambiente clínico cotidiano.

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Tech Balance dezembro 5, 2017 0 Comments

A tecnologia “wearable” por sensores MEMs no equilíbrio do idoso @ Congresso de Biomecânica – UFRS

Introdução: Com o aumento de 40% no número de idosos mortos por queda entre 2005 e 2014 (1), estima-se atingir, a cada ano, 100.000 idosos mortos por queda até 2030 (2). A tecnologia “wearable” por sensores inerciais vem sendo estudada no auxílio à avaliação, tratamento e monitoramento remoto do paciente idoso (3-15,19-21). Estima-se uma redução em 25% dessas mortes por queda, até 2030, através da triagem e intervenção clínica adequada desses pacientes (2). Entretanto, não está claro qual o potencial dessa tecnologia sobre o equilíbrio e risco de queda entre idosos.

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Tech Balance maio 10, 2017 0 Comments

Acelerometria Inercial pode ser usada no estudo do COM e COP no monitoramento do equilíbrio postural @ Simpósio de Fisioterapia – USP

Introdução: Os acelerômetros inerciais (ACC) vem sendo considerados promissores para o estudo do equilíbrio postural por apresentarem precisão, fidedignidade teste-reteste e portabilidade. No entanto, seu uso para análise do centro de pressão corporal (COP) e centro de massa corporal (COM) ainda apresenta resultados inespecíficos nas comparações com a Plataforma de Força (PF) e NeuroCom Balance Master (NC), fundamentados nessa avaliação.

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Tech Balance fevereiro 14, 2017 0 Comments